Cartografia da alma
Para Júlia, escrever é mapear o universo interior. Cada texto funciona como uma lente telescópica voltada para dentro, criando um espaço confiável para o leitor sentir suas próprias epifanias.
Escritora, sonhadora e fascinada pelos mistérios do cosmos e da alma humana. Onde pequenas e intensas cenas do cotidiano colidem com a vastidão do Universo.
“Um prisma que, tocado por uma fresta de luz, reflete a complexidade da humanidade em pequenas — e intensas — cenas do cotidiano comparadas aos grandes aspectos do Universo.”
O livro é arquitetado em 5 escalas astronômicas. Escolha uma, deslize o card para o lado ou toque no planeta.
Pequenos corpos celestes que acompanham nossa rotina. Aqui nascem as primeiras percepções: memórias que giram ao redor de quem somos, gestos cotidianos e pensamentos que nos fazem companhia nas noites silenciosas.
“Onde o microcosmo do sentir começa a ganhar gravidade própria.”
Onde a sensibilidade literária encontra a grandeza das estrelas
Para Júlia, escrever é mapear o universo interior. Cada texto funciona como uma lente telescópica voltada para dentro, criando um espaço confiável para o leitor sentir suas próprias epifanias.
Com uma voz autoral contemporânea, lírica e honesta, suas histórias traduzem a urgência da juventude, os pensamentos arquitetados na madrugada e a coragem de recomeçar.
Assim como a luz de uma estrela viaja anos-luz até encontrar nossos olhos, cada livro cruza o tempo para abraçar o leitor no momento exato em que ele mais precisa de abrigo.
Do lançamento de 2026 à antologia que começou tudo
Um prisma que, tocado por uma fresta de luz, reflete a complexidade da humanidade em pequenas — e intensas — cenas do cotidiano comparadas aos grandes aspectos do Universo. Dividido em cinco partes (“Satélites”, “Planetas”, “Sistemas Solares”, “Galáxias” e “Universo”), com toques de vulnerabilidade, cria um lugar confiável para o leitor sentir as suas próprias Epifania(s).
Voz embargada. Garganta seca. Uma vontade de gritar os sentimentos para o mundo. Os pensamentos arquitetados na madrugada e a necessidade visceral de pôr para fora o que precisa sair diante de uma relação mal resolvida, do fim sem aviso prévio e do silêncio ensurdecedor. As relações afetivas não têm fórmula mágica, mas escrever pode ser profundamente libertador.
Escolha um evento e deslize pelas memórias. Toque numa foto para ver em tela cheia.
Salvador • 15 a 20 de abril de 2026
Uma semana de autógrafos, reencontros e muita gente nova chegando ao universo de Epifania.
Riocentro, Rio de Janeiro • junho de 2025
Autora confirmada no maior evento literário do país, com mesa de autógrafos e muito carinho carioca.
Pelourinho, Salvador • agosto de 2025
Bate-papo “A ficção e os imaginários fantásticos” na Vila Literária da Festa Literária Internacional do Pelourinho.